Dou a volta ao quarteirão e sento-me num local diferente, tentando virar o meu corpo noutra direcção.
Volto a folhear o mesmo livro, esperando que as palavras tenham um outro significado.
Repito a música que já me acompanhou em tantas alturas de anseio. De dúvida, ou de conflitos internos...
Mas não consigo.
Chamar-me-ão de incosciente. Apelidam-me de irracional e sonhador. Um irrealista, que tenta interpretar sonhos e convertê-los naquilo que todos os dias vê. E sabe. Ele pergunta-se se será este eterno sonho aquilo que o motiva e o leva a seguir em frente, ignorando as barreiras, evitando pensar nos desafios. Mesmo sabendo que a maior das vontades e a mais poderosa índole não conseguem mudar tudo.
Mas ele ouve esta esperança enraizada dentro dele desde sempre. Ele não consegue virar o seu norte e almejar pela 2ª melhor solução. Ele repudia qualquer remendo. Ele sente uma afronta à sua essência não seguir o seu íntimo. Por mais que possa tentar desacelerar. Por mais que, em alturas de muita dúvida, ele tenha sequer ponderado parar. Deixar de acreditar. Ignorar o sentido de esperança.
Ele não consegue. Ele não quer.
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
sábado, 21 de maio de 2011
5/5
Mudar.
Precisamos de nos apercebermos e nos realizarmos que a génese da vida e o sentido da mesma assentam nesta premissa. Passo a passo, um esfregar de olhos depois de outro, há que construir um novo olhar e dar um salto em frente. Depois do necessário balanço. Enconstados a um canto, olhar cabisbaixo, contando o que esteve lá atrás, não nos faz progredir.
Impulsos...
É fantástico e saudável conseguir seguir esta força. Mas que seria de nós, se todos o fizessemos?
Animais? Seres selvagens?
Sem qualquer sentido de responsabilidade pelo que nos rodeia e pelos sentimentos e sensibilidades dos outros, constroem-se paredes e criam-se inimizades.
Mas... pedir licença? Importarmo-nos com os outros?
Triste destino esse.
Combatam o dogma, ouçam a v/ voz interior.
E saltem.
http://www.youtube.com/watch?v=YA2h9PrIUxs
Precisamos de nos apercebermos e nos realizarmos que a génese da vida e o sentido da mesma assentam nesta premissa. Passo a passo, um esfregar de olhos depois de outro, há que construir um novo olhar e dar um salto em frente. Depois do necessário balanço. Enconstados a um canto, olhar cabisbaixo, contando o que esteve lá atrás, não nos faz progredir.
Impulsos...
É fantástico e saudável conseguir seguir esta força. Mas que seria de nós, se todos o fizessemos?
Animais? Seres selvagens?
Sem qualquer sentido de responsabilidade pelo que nos rodeia e pelos sentimentos e sensibilidades dos outros, constroem-se paredes e criam-se inimizades.
Mas... pedir licença? Importarmo-nos com os outros?
Triste destino esse.
Combatam o dogma, ouçam a v/ voz interior.
E saltem.
http://www.youtube.com/watch?v=YA2h9PrIUxs
domingo, 13 de fevereiro de 2011
O nosso lugar
Energias.
Estações. Formas e enquadramentos.
Procuramos o que devíamos ter dentro de nós. A serenidade está no consentimento.
Mas eu quero ser um outro alguém, um outro que ninguém.
Quando nos escondemos num recanto para lamber as feridas de uma luta desigual, damos espaço para ser outra pessoa. O engano está em querer mudar, apenas devemos tentar fazer crescer o nosso eu. Servir o nosso mapa-mundo, mas sem tirar os olhos do exterior.
Sonhar. E saber atingir o que quero. Chegar lá...
Ter-te em Mim.
Estações. Formas e enquadramentos.
Procuramos o que devíamos ter dentro de nós. A serenidade está no consentimento.
Mas eu quero ser um outro alguém, um outro que ninguém.
Quando nos escondemos num recanto para lamber as feridas de uma luta desigual, damos espaço para ser outra pessoa. O engano está em querer mudar, apenas devemos tentar fazer crescer o nosso eu. Servir o nosso mapa-mundo, mas sem tirar os olhos do exterior.
Sonhar. E saber atingir o que quero. Chegar lá...
Ter-te em Mim.
sábado, 12 de fevereiro de 2011
A Day among days
Viajando para dentro de ti, vejo-me como uma pequena peça de algo imenso que me
ultrapassa e não se preocupa em melindrar ou ferir susceptibilidades. Para termos o que nos faz ser
inteiros, porque nos preocupar com quem nos rodeia... Será que ser feliz é ser egoísta?
So penso em partir de mim, não agindo com a minha alma, mas soltando-me para poder ter a tua.
A tua mão toca-me.
O teu ser tem-me.
ultrapassa e não se preocupa em melindrar ou ferir susceptibilidades. Para termos o que nos faz ser
inteiros, porque nos preocupar com quem nos rodeia... Será que ser feliz é ser egoísta?
So penso em partir de mim, não agindo com a minha alma, mas soltando-me para poder ter a tua.
A tua mão toca-me.
O teu ser tem-me.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Segredo que me gritas
Não entendo.
Quero saber.
Tu escondes-me.
Eu sigo a ausência de sinais, como se o caminho estivesse sido desenhado para mim. A minha alma
grita por ti, eu sei que me ouves...
Mas.
O verdadeiro romantismo está no romance não concretizado.
Quero deambular pela tua mente de escombros. Ruínas que foram desconstruídas por quem te tem.
Quem te contempla, quem te sublima.
http://www.youtube.com/watch?v=9vmpvYCB0mU
Quero saber.
Tu escondes-me.
Eu sigo a ausência de sinais, como se o caminho estivesse sido desenhado para mim. A minha alma
grita por ti, eu sei que me ouves...
Mas.
O verdadeiro romantismo está no romance não concretizado.
Quero deambular pela tua mente de escombros. Ruínas que foram desconstruídas por quem te tem.
Quem te contempla, quem te sublima.
http://www.youtube.com/watch?v=9vmpvYCB0mU
sábado, 5 de fevereiro de 2011
No time. Is it so?
A vida são deveres que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas…
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano..
Quando se vê, passaram-se 50 anos…
Quando se vê, já é sexta-feira…
Quando se vê, já terminou o ano..
Quando se vê, passaram-se 50 anos…
Agora, é tarde demais para ser reprovado.
Se me fosse dado um dia,
outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho
a casca dourada e inútil das horas.
a casca dourada e inútil das horas.
Dessa forma, eu digo:
não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
não deixe de fazer algo que gosta devido a falta de tempo.
A única falta que terá será desse tempo que infelizmente não voltará mais.
Mário Quintana
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
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