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sábado, 28 de julho de 2012

Regresso

"Our deepest fear is not that we are inadequate.
Our deepest fear in that we are powerful beyond measure.
It is our Light, not our Darkness, that most frightens us.
We ask ourselves, who am I to be brilliant, gorgeous, talented, fabulous?
Actually, who are you not to be?
You are a child of God. Your playing small does not serve the World.
There is nothing enlightening about shrinking
so that other people won’t feel unsure around you.
We were born to make manifest the glory of God that is within us.
It is not just in some of us; it is in everyone.
As we let our own Light shine,
we consciously give other people permission to do the same.
As we are liberated from our own fear,
our presence automatically liberates others."

Marianne Williamson


- Recordo-me bem de o fazer, assim mesmo. embrutecer-me para facilitar o relacionamento com os outros. Como se eles me respeitassem mais pelo facto de se sentirem maiores perto de mim. Faz sentido. A inveja desperta acções tenebrosas no Ser Humano. Já vi transformações horrendas em pessoas até então sãs e correctas. Mas a evolução da sociedade sempre asssentou na crueldade. Basta ler um pouco de história. Basta interpretar a rápida ascensão de alguns empresários, de certos países e certas marcas.
Até no Amor. Não raras vezes perdemos o objecto da nossa paixão porque seguimos regras. Porque temos valores éticos bem enraizados. Porque respeitamos.

Era maravilhoso. Que partilhassemos a mesma busca. Que não nos escondessemos atrás de uns e outros para viver mais tranquilamente. Com receio de mostrar Felicidade. De mostrar que sabemos o que queremos.

O que desejamos.

Who still believes in Fairy Tales?

http://www.youtube.com/watch?v=i8R0eoGO7Gw&feature=results_video&playnext=1&list=PLE77F5D89C7D0769F

NKALHX

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Y?

Porque te sinto diferente?
De dentro para fora, sinto que estás a crescer, querendo que tudo mude. Agora.
Pobre de mim se depender de alguém para me sentir moderno, adaptado, mais contente com o que me rodeia. "since before i can remember" habituei-me a contar só com aquilo que tenho dentro de mim. Posso deixar, posso até querer que me façam feliz, mas quase nunca permiti que o soubessem. A sensação de abandono é algo que não aceito pensar em vir a sentir. Assim não corro riscos. Só o risco de nada ter. Sim, eu sei que és egoísta e que isso te dá uma sensação de conforto, segurança e absoluto controlo. Mas sem saltares, sem te projectares, sem saíres de ti, não podes perceber. Aceita a possibilidade de seres magoada, vilipendiada e ultrajada. É a única forma de seres feliz. Aquele receio de te magoares, por estranho que pareça, dá-te liberdade.

Sê feliz.

Amt.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Nau

Now I feel I can roam the sea. Se te souber aqui. Apareces e desapareces. Ausente, mas perto. A espreitar pelo meu ombro como se atenta ao que trilho. A luz que fazes resplandecer em mim é um convite. A voz que ouço à noite, a brisa que sinto.. A imagem que me acompanha nos meus sonhos.
Tu.